Sintomas mais comuns
- Ronco alto e frequente
- Pausas na respiração percebidas por quem dorme junto
- Acordar cansado ou com dor de cabeça
- Sonolência durante o dia
- Criança que dorme de boca aberta ou tem sono agitado
- Nariz entupido à noite
Por que roncamos
O ronco acontece quando o ar passa com dificuldade pelas vias aéreas durante o sono e faz vibrar as estruturas da garganta. Nariz entupido, desvio de septo, adenoide e amígdalas aumentadas, palato longo, excesso de peso e o uso de álcool ou sedativos à noite são fatores comuns.
Na apneia obstrutiva do sono, a passagem do ar é interrompida ou reduzida várias vezes durante a noite, o que fragmenta o sono e pode trazer consequências para a saúde.
Como é feita a avaliação
O otorrino avalia o nariz, a garganta e a base da língua, com nasofibroscopia quando indicada, para identificar os pontos de obstrução. Muitas vezes é solicitada a polissonografia, exame que registra o sono e mostra se há apneia e qual a sua intensidade.
Tratamento
O tratamento é individual. Pode incluir o tratamento da obstrução nasal, orientações de hábitos, uso de aparelhos (como o CPAP) e, em casos selecionados, cirurgias do nariz ou da garganta. Em crianças, a retirada da adenoide e das amígdalas é uma das opções mais estudadas.
O plano de tratamento é definido após a avaliação completa, às vezes em conjunto com outros especialistas do sono.
Perguntas frequentes
Todo ronco é apneia?
Não. Muitas pessoas roncam sem ter apneia. A avaliação clínica e, quando indicado, a polissonografia (exame do sono) ajudam a diferenciar.
Qual o tratamento da apneia do sono?
Depende da causa e da gravidade. Pode envolver tratamento do nariz, mudanças de hábitos, aparelhos, CPAP ou cirurgia em casos selecionados. O plano é definido individualmente.
Crianças podem ter apneia?
Sim. Em crianças, a causa mais comum é o aumento da adenoide e das amígdalas.
Quer entender o seu caso? A avaliação é feita na consulta, com exame quando indicado.
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